quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

A grandiosidade do Evangelho está em sua simplicidade.

A grandiosidade do Evangelho está em sua simplicidade. 

Textos base: Is 58.3-9a; Mt 5.13-16

O mundo vive em busca das grandes coisas. As coisas pequenas não tem vez. Milhares de pessoas saíram do nordeste do Brasil procurando uma vida melhor na cidade grande, em busca da grandeza.

As cidades grandes crescem cada vez mais, são prédios enormes, e ouvimos dizer muito, quanto maior melhor. Estádios de futebol, obras grandiosas, tudo para encher os olhos das pessoas.

O ser humano vive em constante busca pela grandeza das coisas.

Vivemos em busca do sucesso, em busca das grandes coisas, dos grandes atos.

As coisas simples, pequenas estão sendo esquecidas, estão ficando de lado.

Talvez por isso, muitas igrejas enchem, porque lá é oferecido as grandes coisas, milagres, poder, dinheiro, uma vida melhor.

A grandiosidade do Evangelho está cada vez mais sendo colocado de lado, pois o a mensagem do Evangelho está na simplicidade, nas coisas pequenas, num pequeno gesto de amor.

"Na simplicidade aparente do evangelho, que chega a ser loucura para muitos, encontra-se a grandeza do amor divino. Na pequenez aparente dos atos de um/uma cristão/ã, é que se esconde todo o poder do Espírito, capaz de dar sabor e sentido ao mundo."

"O poder do Espírito leva os cristãos a uma atitude prática. Contudo, essa atitude prática não se baseia em atos mirabolantes, fantásticos, de grande repercussão, como a atitude dos escribas e fariseus (Mt 5.20), ou o jejum do povo de Israel (Is 58). A postura cristã verdadeira baseia-se em coisas menores como ajudar o próximo necessitado, amar o próximo (Is 59.6,7), ser sal e luz (Mt 5.13-15). Em sua aparência menor, a piedade (Is 58.6), o sal (apenas um ingrediente da cozinha) e a luz na imensa escuridão é que fazem um grande efeito."

Como lemos em Isaías, capítulo 58, v.5. Aqueles que praticavam jejum estavam se achando os grandes, pelas obras que estavam fazendo. Mas Deus não se agrada desta postura de se fazer grandes, através do jejum, mas aquilo que agrada ao Senhor, está nas coisas pequenas da vida, como ajudar o próximo (ler v.6-7): desfazer as ataduras da escravidão, livrar os oprimidos, repartir o pão com quem tem fome, ou seja, amar o próximo.

Muitas vezes, nós achamos que falar do amor de Deus, do Evangelho é para que aqueles que são “grandes” na igreja ou na fé, onde só os pastores e líderes o podem fazer.

A atitude de todo o cristão deve ser de demonstrar o amor, o Evangelho para com todas as pessoas, seja através mesmo das pequenas atitudes do dia-a-dia.

Por isso que Jesus utiliza o exemplo do sal (Mt 5.13), um simples ingrediente de cozinha, um grãozinho tão pequeno, mas de tão grande importância para a comida. O sal na época de Jesus tinha grande importância não somente para dar sabor a comida, mas principalmente para ajudar na conservação dela.

Assim é que deve ser a vida do cristão, através das pequenas atitudes no dia-a-dia que demonstram nosso amor pelo próximo, é que trazemos um sabor pra vida dele, um sentido pra sua existência. Através de um simples abraço, ou através de um sorriso, podemos mudar o dia de uma pessoa. É como o pequeno sal, que faz toda a diferença na comida, é a atitude do cristão, para com aqueles que andam tristes, na solidão, e nas trevas.

Outro exemplo utilizado por Jesus é a luz. (v,14) Em meio a escuridão do mundo, um pequenino ponto de luz se destaca no meio das trevas.

Deus Espírito Santo faz com que o cristão se destaque em meio a este mundo de trevas, tristeza, morte. Por mais pequenina que seja nossa luz, por menor que seja a nossa ação amorosa, ela é importante para a vida das pessoas que andam em trevas.

Porém, nós cristãos, não podemos nos esconder, no dia-a-dia, não podemos colocar a máscara de cidadãos “normais” e escondermos a face de cristão. Pois Cristo disse que nós somos a luz do mundo. (ler v.14-16)

"Na simplicidade aparente do evangelho, que chega a ser loucura para muitos, encontra-se a grandeza do amor divino. Na pequenez aparente dos atos de um/uma cristão/ã, é que se esconde todo o poder do Espírito, capaz de dar sabor e sentido ao mundo."

O ser humano gosta de grandeza, mas precisa entender que é nas pequenas coisas, nos pequenos gestos que a nossa vida é construída. Não é através da riqueza e do muito dinheiro que encontramos a felicidade, mas sim, na simplicidade de um sorriso.

Por isso muitas vezes, o Evangelho não é compreendido por muita gente, porque esperam algo milagroso, algo grandioso em suas vidas. Esperam que a vida de cristão seja perfeita, sem complicações. Porém não é isto que acontece, porque a mensagem do Evangelho é uma mensagem simples, de amor, paz e perdão.


Que nós cristãos possamos ser sal e luz para o mundo, transmitindo a grande mensagem do Evangelho, da salvação, pelos mais simples gestos de amor, paz, perdão para com o nosso próximo. Que Deus Espírito Santo nos guie neste caminho, hoje e sempre. Amém.

Uma ótima semana a todos.
Fiquem na paz de Cristo.
Diego Neumann.

sábado, 27 de julho de 2013

Bota fé em Jesus!


Artigo de autoria do pastor Ismar Pinz:

Bota fé em Jesus!

A simpatia e o carisma do papa Francisco são indiscutíveis. No primeiro discurso no Brasil, o pontífice disse: “Não tenho ouro nem prata, mas trago o que de mais precioso me foi dado: Jesus Cristo! Venho em nome dele”.

Confesso que essa frase, parafraseando Pedro no texto de Atos 3.6, ganhou também a minha simpatia, pois centraliza Jesus, o Salvador.


Outra frase de impacto do representante do Vaticano foi: “Cristo bota fé na juventude”. Mas para reflexão devemos perguntar se nossos jovens tem colocado sua fé em Cristo. A verdadeira sabedoria é "Botar fé em Jesus"; pois Ele é o caminho, a verdade e a vida (Jo 14.6). Jesus é o Único Salvador. Como está escrito em At 4.12: “A salvação só pode ser conseguida por meio dele. Pois não há no mundo inteiro nenhum outro que Deus tenha dado aos seres humanos, por meio do qual possamos ser salvos.”

Será que realmente temos “botado fé em Jesus”?

Sempre que alguém humildemente centralizar Jesus, deve receber nosso respeito e nossa simpatia, mas quando vier com um evangelho diferente, ainda que revestido de pele de cordeiro, podemos saber que espiritualmente trata-se de um lobo.

Confesso que senti uma grande tristeza ao receber a notícia de que a igreja católica estava prometendo que os seguidores do papa no twiter teriam seus anos no purgatório diminuídos. Senti-me triste porque essa decisão e anúncio não centralizam Jesus e sua obra redentora, mas coloca a fé em mera ação externa.


Tudo o que se coloca como salvador, sejam obras, imagens, redes sociais ou mesmo um papa, ocupa um lugar que não lhe pertence, pois o perdão é graça divina e não mérito humano que possa ser adquirido por força própria, pois se o ser humano pudesse conquistar por si mesmo, Cristo teria morrido em vão, como está escrito em Gálatas 2.21.

Que a simpatia e o carisma de Jorge Bergoglio, o papa Francisco, se direcionem a Jesus, como único e suficiente Salvador, para que sua posição seja simpática não apenas perante os homens, mas também perante Deus. Apontando para Jesus, o papa será no Brasil e no mundo, um instrumento do próprio Deus Altíssimo. Que assim seja!

Pastor Ismar Pinz, Pelotas, RS - 23.07.2013, 

pastor da Igreja Evangélica Luterana do Brasil.

segunda-feira, 10 de junho de 2013

O bom pastor!

Hoje, dia 10 de junho, celebramos o “dia do pastor”. Porém, podemos notar que nos últimos anos a figura do pastor está ficando desgastada no Brasil, ainda mais com tantos falsos pastores que existem por aí. Falsos pastores sim! Pastores que somente estão interessados no dinheiro que receberão no final do mês. Não estão interessados em guiar as suas ovelhas por caminhos seguros. Pastores inescrupulosos, que se importam somente com o próprio bem estar e não com o das suas ovelhas espalhadas pelo mundo.

É triste constatar isso, porque os maus pastores, que apascentam mal suas ovelhas, contribuem para sujar a imagem de todos os bons pastores. Estes que realmente se importam com suas ovelhas, que buscam as ovelhas perdidas, levam às águas tranquilas e guiam-nas por pastos verdejantes. (Salmo 23)

A Bíblia usa essa linguagem para retratar o bom pastor, mas em nossos dias, como descrever um bom pastor? É possível relacionar a descrição do bom pastor com essa linguagem, pois o bom pastor é aquele que leva suas ovelhas aos pastos verdejantes da Palavra de Deus. Sacia a sede das ovelhinhas com as águas tranquilas do Evangelho consolador. E guia pelo caminho certo do amor revelado em Jesus Cristo.

O bom pastor é retratado na Bíblia como aquele que se importa com suas ovelhas, que zela pela vida de suas ovelhas. O bom pastor é um cura d’almas, aquele que consola, protege e cuida do rebanho. E ainda, ajuda a sarar as feridas causadas pelos infortúnios da vida (Ezequiel 34).


No entanto, o pastor também é um ser humano que necessita de cuidado. Possui defeitos e falhas como qualquer um. Portanto, dar importância ao seu pastor e também ajudá-lo é muito importante e preciso. Apesar de ser pastor, ele também é uma ovelha do Bom Pastor, Jesus Cristo. Aquele que todos precisam escutar a voz. Aquele que realmente é perfeito e se importa com suas ovelhas. Ele é o Bom Pastor, que deu sua vida por todas as ovelhas e mostrou o seu amor por cada uma delas. (João 10).

Escrito por Elber Leomir Schreiber -  Pastor da IELB em Alto Parnaíba/MA.

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Será que não deveríamos mudar?



Será que não deveríamos mudar?

Como pastor e, principalmente, como membro da IELB, quero fazer eco às preocupações expostas pelo senhor Ricardo Goerl (ML, março de 2012) quanto ao reduzido crescimento numérico da IELB nos últimos anos. É certo que não buscamos números – buscamos pessoas. Todavia, os números revelam se estamos alcançando ou não tais pessoas que buscamos.

A matéria de capa do Mensageiro Luterano de jan/fev tem por título: “Evangelização: o desafio permanente para as congregações”. A pergunta é: será que estamos conseguindo vencer tais desafios? A julgar pelos últimos números, parece que não.

É louvável a preocupação da IELB em buscar métodos e estratégias como os Festivais Missionários propostos pelo DEM (ML, abril de 2012). Mas isso será suficiente? Afinal, outros métodos e outras estratégias têm sido usados... e os resultados? Será que apenas novas estratégias mudarão nossos números?

Gostaria de propor algumas questões para a nossa reflexão e auto avaliação como IELB:     
Será que não estamos “engessados” dentro de uma estrutura que não está se mostrando muito eficaz?

Dou como exemplo os departamentos que temos em nossas congregações. Reconheço seu valor, mas percebo que estão “envelhecendo”. A participação dos membros parece ser cada vez menor. Em termos missionários, sua eficácia é questionável. Com exceção de algumas Escolas Bíblicas e Uniões Juvenis, quantos novos membros da IELB são frutos de missão dos departamentos? Mas nos vemos forçados a mantê-los – para participar de congressos, por exemplo – e assim mostrar que “estão funcionando”. Afinal, se algum departamento “não funciona”, é porque o trabalho da congregação não está sendo bem feito!

Será que não estamos sendo muito “ativistas” e pouco “ativos”?

Enchemos nossas agendas de reuniões, encontros, congressos, etc. E, ai de nós, (pastores, principalmente) se não estivermos presentes em tudo! Achamos graça da anedota que diz que os luteranos serão o último grupo cristão a entrar no Céu porque ainda estão em reunião, mas continuamos fazendo com que tal comparação continue sendo muito verdadeira.

Será que não estamos invertendo nossas prioridades?

Há um clamor entre os membros pelo pouco número de visitas feitas pelos seus pastores. E a defesa pastoral é: “falta tempo!”. E como encontrar tempo dentro de agendas lotadas? A agenda de Jesus também estava sempre cheia: cheia de visitas a fazer, cheia de pessoas a encontrar, cheias de necessidades a atender, cheia de conselhos a dar, cheias de atenção... às pessoas! A prioridade de Jesus não eram as reuniões, os ensaios, etc.; sua prioridade sempre foi a visitação e o contato com o povo.

Será que não estamos apenas mantendo “as coisas que nos agradam”?

Sempre tivemos dificuldade de sair de nossa cultura germano-luterana. Temos dificuldade até mesmo de sair “para fora” do Rio Grande do Sul (nossos números revelam que praticamente metade de nossos membros estão no RS). Se não fosse por uma guerra, é possível que ainda estaríamos fazendo missão em alemão no solo brasileiro! Não desprezo nossas tradições, mas será que não estamos mantendo as coisas da maneira a que estamos acostumados? Não importa se é missionário ou não, o que importa é que “eu gosto das coisas do jeito que estão”. Somos luteranos “de berço”; talvez nos falte coragem para “sair do berço”. 

Será que não estamos “amarrando” o espírito Santo?

Talvez pensemos que ele só pode agir se a Palavra for pregada por alguém “vestido a caráter”, ou se for cantada através de letras “escravizadas” dentro de melodias antigas, ou se for exposta através de fórmulas pré-estabelecidas ou rígidos rituais. Correndo os olhos pelos evangelhos, não vejo Jesus tão preocupado com vestes, fórmulas ou tradições.

Será que não estamos “jogando nossas pérolas aos porcos” (expressão de Jesus em Mateus 7.6)?

Perdemos tempo correndo atrás de pessoas que já tiveram muito tempo (às vezes, desde “o berço”) para ouvir e aceitar a pérola do Evangelho, enquanto negamos a oportunidade (por falta desse mesmo tempo que perdemos) a muitos que nunca tiveram contato com o tesouro de Deus. Às vezes, damos a impressão de que nossa maior missão é “correr atrás das ovelhas perdidas do rebanho luterano”.

Será que mais pessoas “de fora” estarão dentro da IELB nos próximos anos ou estaremos fechados em reuniões elaborando métodos e estratégias para atingi-los?

Não espero que todos concordem com tais questionamentos. Só espero que sejamos de fato sinceros ao analisarmos nossos números e que façamos tudo por amor; não por amor ao nosso gosto, às nossas tradições, à nossa estrutura, ao nosso “berço”, mas por amor à Igreja, por amor à missão de Deus, por amor à missão de buscar pessoas, por amor às pessoas, por amor àqueles que Jesus continua amando.

Escrito por Valdir Klasener, pastor em Cerrito – RS
Artigo do Mensageiro Luterano, Abril 2013, p.24-25.

quinta-feira, 14 de março de 2013

Ciência e a Ressurreição


Ciência e a Ressurreição
O pai de Ligia morreu há 4 meses deixando profundas saudades. Ligia resolveu depositar sua esperança na promessa de que a ciência poderá ressuscitar alguém daqui a 50 anos. Como ela ainda é jovem enche-se de expectativa de rever o pai — o senhor Luiz Felippe Monteiro.
Motivada por essa esperança ela tem gastado boa parte, senão todas as suas economias! A tristeza de Ligia é real! O desejo de reencontrar seu pai não pode ser criticado — porém podemos questionar se sua esperança não é apenas uma ilusão.
Sou um grande admirador da ciência. Sou empolgado e motivado por ela, mas não acredito que a ciência possa vencer a dor de Ligia e de outros enlutados. Ainda que o coração do senhor Luiz voltasse a bater daqui a 50 anos, ele retornaria a parar um dia; e a tristeza seria ainda mais arrasadora. Absolutamente podemos dizer que uma das certezas dessa vida é a morte!
Quando o apóstolo Paulo escreve sobre a dor do luto ele diz assim: “Irmãos, queremos que vocês saibam a verdade a respeito dos que já morreram, para que não fiquem tristes como ficam aqueles que não têm esperança. Sabemos que Jesus morreu e ressuscitou!” e “Se a nossa mensagem é que Cristo foi ressuscitado, como é que alguns de vocês dizem que os mortos não vão ressuscitar? 1Ts 4.13-14, 1Co 15.12.
Acredito na ciência como um dom de Deus ao ser humano. Porém, ela tem seus limites! Limites que podem e são ultrapassados por Jesus, o Senhor da ciência e o vencedor sobre a morte.
A ressurreição já é uma realidade. Se efetivamente queremos continuar vivendo e nos reencontrando nesse mundo, então tratemos de cuidar dele, usando nossa ciência, nossas economias, nosso esforço para que nosso meio ambiente tenha qualidade daqui a cinquenta anos.
Por isso, ainda que os lideres das nações não tenham tomado atitudes corajosas na Rio+20, cabe a nós, em especial os cristãos, zelarmos pelo mundo que vivemos, pois é tarefa nossa e desejo de Deus que, enquanto estivermos vivos, cuidemos de tudo (Gn 2.15). Quando nossa vida acabar ou de nossos familiares, repousemos em Jesus, pois ele já venceu a morte, dando-nos a esperança de um feliz reencontro e uma perfeita ressurreição!

Rev. Ismar Lambrecht Pinz — Pelotas-RS, pastor da Igreja Evangélica Luterana do Brasil.

terça-feira, 12 de março de 2013

"The Bible" - Nova série


Muito boa a nova série "The Bible". Recomendo a TODAS as pessoas que assistam. Esta é uma série que apresenta as principais histórias bíblicas: de Abraão, Moisés, Josué, Sansão, Davi, Jesus, etc. A série é baseada na tradução da Bíblia NVI (New Version International) e produzida pelo canal History Channel. Seu primeiro episódio foi o de maior audiência em seriados este ano, superando a famosa série The Walking Dead, com mais de 13 milhões de expectadores. Como é bom relembrar dos feitos maravilhosos que Deus tem feito em favor do seu povo. Recomendo que assistam. Abraços e a bênção de Deus.
Pastor Diego Neumann.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Linda Música: Máquina do Tempo - Rosa de Saron




Máquina do Tempo

Rosa de Saron

Cada minuto aqui é uma chance
De provar o que eu mais quero
Cada minuto aqui é uma chance
De provar o que eu mais quero
E ainda se eu conseguisse uma máquina que parasse o tempo
Você estaria ao meu alcance?
Não importa, eu te espero
Se eu pudesse escrever a história das minhas horas uma a uma seria do seu lado
Eu contaria todo o dia uma história diferente
Eu criaria frases pra sempre
Eu cantaria notas de clara esperança
E seu sorriso viraria poesia
Cada minuto aqui é uma chance
De provar o que eu mais quero
Cada minuto aqui é uma chance
De provar o que eu mais quero
E ainda se eu conseguisse uma máquina que parasse o tempo
Você estaria ao meu alcance?
Não importa, eu te espero
Eu criaria uma ONG com o seu nome
Eu tocaria acordeon na sua janela
Te pagaria um café na Rue de la Paix
Te compraria um imóvel no Mairie d'Issy
Se eu tivesse o domínio do equilíbrio e pudesse voar te traria a lua
Dominaria o meu medo de altura e buscaria no espaço cada estrela
Inverteria o princípio da inércia
Eu encolheria a Terra e te daria
Cada minuto aqui é uma chance
De provar o que eu mais quero
Cada minuto aqui é uma chance
De provar o que eu mais quero
E ainda se eu conseguisse uma máquina que parasse o tempo
Você estaria ao meu alcance?
Não importa, eu te espero
Não importa, eu te espero
Não importa, eu te espero